Não existem “receitas de bolo” nem regras para ter sucesso, existem características e habilidades que são observadas em determinados perfis que tem sucesso.

O sucesso é pessoal, não é difícil encontrar pessoas,  que aos olhos  de outros, são consideradas pessoas de sucesso, no entanto,  elas, aos seus próprios olhos, não se consideram com sucesso… Vai entender!… mas é assim!

Resolvi fazer uma lista, sem qualquer estudo ou pesquisa, o que me veio à cabeça na hora, de algumas habilidades que acredito fazer parte do universo das habilidades que levam as pessoas terem “sucesso”.   

É uma lista baseada na minha característica de “observador”.

Seguem:

  1. Habilidade de equilibrista – Seguir no ritmo da corda bamba para se manter em pé até seu destino. O domínio do desequilíbrio é o que nos faz movimentar na direção certa.
  2. Habilidades de aprender – Ser “esponja” como uma criança, não ter bloqueio para descobrir e absorver tudo que é novo e desconhecido. O conhecimento adquirido é patrimônio seu.
  3. Habilidade de pesquisador – Procure por “brinquedos” novos, mesmo que abandone depois, isso ajuda aumentar estoque de “brinquedos”. Quanto mais experiências, falhas e acertos, mais soluções disponíveis no seu repertório.
  4. Habilidade de Atleta – Treinar duro para está preparado para competir, seja em esporte coletivo ou individual, de velocidade, força, resistência  ou precisão!  Você deve ficar pronto para qualquer momento.
  5. Habilidade de militar – está preparado para a guerra para garantir a paz. Se o inimigo não enxerga vc preparado, vai avança além dos seu limites.
  6. Habilidade de monge – Não tenha apego a nada nem a status ou posição. Esteja preparado para descartar e ser descartado. O peso das “coisas”, tiram agilidade, rapidez e ocupam espaços desnecessários.
  7. Habilidade de contador de história – se você não consegue contar histórias, não com consegue aliados, seguidores. Se não tem uma história, não existe.
  8. Habilidade de caixeiro-viajante – Ser um “mascate” talvez seja a única forma de levar produtos, servicos e conhecimentos para quem não tem, ou que não tenha entendimento de como “as coisas” são. Seja tecla SAP, compartilhe conhecimento!
  9. Habilidade de preguiçoso – Busque o ócio. Você precisa de tempo livre para poder meditar, falar com você mesmo. Você precisa de tempo livre para fazer o que você quiser! Dê um tempo para você!
  10. Habilidade da água – Ser persistente como a água mole na pedra dura e flexível para encontrar outro curso para contornar as pedras. Sem água não tem vida!   
  11. Habilidade de jogador de frescobol – Numa relação de comprador e vendedor, a bola deve ser jogada onde o adversário consegue rebater, entregar de volta, senão o jogo não acontece! No frescobol o objetivo é a bola não cair. No frescobol só tem dois vencedores! Sem parceiro comercial, não existe negócio! 

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Igmar Dornelas 

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O que tem haver os conceitos e modelos de negócios de 30 anos atrás com os conceitos atuais de Transformação Digital e Banco Digital ?
Na semana passada, em alguns almoços de negócio, enquanto fazíamos uma retrospectiva do mercado, me vieram lembranças alguns pontos que hoje são considerados como “modismo”, “padrão”, “tendência “, etc, que mostra o quanto éramos visionários há 20, 30 anos.

Fizemos uma publicação abordando sobre Coworking e HUB de Statups, em uma época que este conceito existia.

Agora retomaremos há 30 anos. Leia e tire suas próprias   conclusões.

Vamos lá.
Até a década de oitenta os cliente Bancarios, correntistas como eram chamados, desejavam ter a facilidade de ser atendido em qualquer agência como se estivesse na sua própria agência. 
Era uma época que a troca de moeda na economia acontecia através de papel ou em espécie viva, dinheiro. 
Para sacar dinheiro de sua conta, era preciso ir fisicamente na agência trocar um cheque, ou  fazer com outros que estivessem dispostos a fazer este calvário de enfrentar “filas kilométricas” de horas. Quem viveu a experiência de um cliente de banco naquela época vai lembrar o quanto era traumática a ida a um banco, principalmente os grandes! Não tinha direito de escolha de ir em uma agência com filas menores, porque vc só realizava o saque na agência da sua conta. Sem falar dos “Oficeboy” que poderia representar uma simples visita a uma agência uma “experiência surrealista” com muitas e muitas horas de espera em fila.
Era uma época que seu saldo era mantido em “Listão“, como era chamados os relatórios de formulário continuo que eram recebido pelo malote que vinha da matriz, que, dependendo da cidade leva dias para serem substituídos e a atualização do saldo era feito no listão enquanto isso, imagine como ficava o listão da agência cheios de rabiscos. Toda a movimentação era enviada para a matriz, que, depois que de serem transcritos em cartões perfurados, processados e conferidos, geravam novas  versões atualizadas do listão, para serem enviadas por malotes para as agência por uma frota de heróis anônimos motoristas. Imagine a dificuldade de se chega a tempo para o processamento e retornar em tempo de abrir a agência ao público.
Os nativos digitais devem está se perguntando;  “como se vivia numa época como aquela?”.
Pois bem, diante deste cenário, o sonho de consumo dos “correntistas” das agência era de ser “clientes do Banco” independente da localização física da sua agência e o saldo ser algo atualizado em tempo real.
Estava ai semente do Banco funcionando com agências virtuais numa rede de agências Reais.
Naquela época, início da década de 80, a equipe do Banorte-Recife acreditou na capacidade de tornar realidade este sonho e foi lá e fez, criou o RTB – Real Time Banorte , depois batizado de Intelig.
O Intelig, na linguagem atual,  era uma plataforma de TIC em nuvem e neblinas, que disponibilizavam as aplicações de  atendimento Bancarios nas agências conectadas digitalmente entre ela, que requisitavam serviços na nuvem, tornando a experiência do cliente única, uma só agência do Banco.
Foi esta plataforma que tornou capaz uma agência atender cliente de qualquer outra agência, com o diferencial de que os clientes dos clientes também podiam ser atendidos da mesma forma, e o saldo estava  sempre atualizado em tempo real.
Este diferencial fortaleceu  a marca com seus cliente e para novos clientes. A plataforma permitia que um chegue passado de um cliente para um Lojista, por exemplo, pudesse  ser sacado pelo lojista em qualquer agência sem ter que enfrentar os prazos de compensação, quando em outras cidade poderia levar semanas.
Na minha leitura em relação contexto daquele época com hoje, o Intelig foi viabilizado porque  a equipe do Intelig funcionava como uma Startup incubada e outras empresas (startups), que se  complementavam nas tecnologias, estavam focadas com um único propósito de fazer  o sonho acontecer
Eu estava lá nesta época, dando suporte técnico no ambiente mainframe para viabilizar, dar sustentação,  à disponibilização do novo modelo de negócio, numa época que a capacidade de processamento ainda não era medida em Mips, nem a comunicação em Kbps. Época de muitas restrições tecnológicas que nos forçava à sermos criativos! Muito diferente da abundância tecnológica dos tempos atuais.
A partir do modelo de negócios que levava em conta a experiência do cliente; o direito de escolha e ter acesso ao banco; independente da localização física e geográfica, estava sendo dado o início a transformação digital que estamos chegando nos dias de hoje.
Romulo Guerra, Marcos Nazareno, Sérgio, Lula, Marcel, Edison e outros que me falha a memória, foram os visionários que acreditaram e foram lá e fizeram acontecer!
Na próxima publicação, abordaremos o que tem haver o conceito de Central B2B de Compras (Startup Mercatto – 1996) com Marketplace DigitalLeilões de Compras, Software as a Service  e Service as a e-Service.

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Interessante a abordagem feita por Ulrich Boser na matéria “Falar sozinho (em voz alta) pode ajudar no aprendizado” publicada em Harvard Business Review Brasil

Muitas vezes no trabalho, meus vizinhos de mesa eram surpreendido por eu está falando em voz alta com o terminal, uma planilha, um documento eram sempre motivos de papo com o EU imaginário… quantas perguntas foram feitas, quantas respostas foram dadas, quantos  “e se…?” “porque não?“ escutei do EU imaginário.

O mais surpreendente  é que esta “mania”, na verdade é uma estratégia de aprendizagem eficaz e tem nome, é conhecida como autoexplicação.   

Para os amigos que faziam bullying corporativo comigo, por meus papos e papos com o EU imaginário,  fica aí a diga para se quiserem um dia chega perto de mim!

Não é que eu estava certo, falar sozinho não é distúrbio mental, é diferencial criativo!

Caso tenha  interesse na matéria, click 

IDFM

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  1. Cloud não é coisa para o futuro das empresas, já é presente;
  2. MultiCloud não é modismo, é necessidade de independência de fornecedores e alternativa financeira;
  3. As empresas não estão conseguindo investir por “falta de braço” para fazer acontecer e não por falta de verba;
  4. Transformação digital não é uma agenda do “efeito manada” é a fronteira de mudança de Era;
  5. Marcas tradicionais do mercado aliam-se à empresas novas para serem competitivas na transformação do mercado.

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Esta semana, em alguns almoços de negócio, enquanto fazíamos uma retrospectiva do mercado, me vieram lembranças de alguns pontos que hoje são considerados como “modismo”, “padrão”, “tendência “, etc, que mostra o quanto éramos visionários há 20, 30 anos.


Nesta publicação abordarei sobre Coworking e HUB de Statups.

Vejamos:

Hoje estamos vendo cada dia mais espaços de coworking, escritório virtual e salas de reuniões.

Também tem se tornado obrigatório para as grandes corporações a busca de soluções inovadoras e disruptivas que façam a transformação do negocio e, para isso, estão recorrendo à Hub de Startups.

Pois bem, em 1995, o visionário Belarmino Alcoforado e o Grupo Elogica construíram, em Olinda-Pernambuco, um prédio com 3 pavimentos (Centro Empresarial Elógica) e nele instalaram um Data Center para permitir o utilização das aplicações que eles desenvolviam acessadas através da nuvem (WAN) privada e IDC (internet Data Center) para atender a necessidade de prestar serviço pela internet (que estava começando no Brasil)  e do provedor de acesso à internet (ISP) que se tornou um dos 3 maiores ISP do Brasil.

Este Centro Empresarial foi construído com salas e  auditório para clientes e outras empresas se instalarem e usar de forma compartilhada a infraestrutura de  negócios; O objetivo era centralizar empresas de TI do novo mercado (internet), as Startups da época.

Alguma semelhança com os conceitos de Hub de Startups e espaços de coworking?

Trabalhei no Grupo Elógica naquela época e não vejo nenhuma diferença do que era preconizado pelo Belarmino com as práticas dos tempos atuais. 

O conceito é o mesmo, guardadas as proporções, formas de implementação  e “modernizações” do mercado, passado este vinte anos até os dias de hoje.

Naquela época não existia capital de risco disponível para empresas que vendiam “vapor”. Era muito difícil desbravar o novo mercado e esta forma de se organizar foi sendo expandida para poder dar “fôlego” e atrair investidores! 

A partir daí surgiram outros núcleos de trabalhos (Coworking), se organizando desta forma, se instalando em centros empresárias, no habitat natural de potenciais cliente, compartilhando salas permanente, com empresas fixas, profissionais liberais e outros participantes “flutuantes” em fase de projetos.

Sem medo de errar, o modelo naquela época inspirou outras organizações e muitos outros locais passaram a existir com este conceito. A Softex-Recife por exemplo, montou local semelhante em um prédio onde funcionou a IBM.

Inspirado neste modelo, Eu, meus sócios e outra empresa, ficamos instalados por um bom tempo em Centro Comercial, onde compartilhávamos, salas, infraestrutura, custo e negócios, que depois transferimos para a Softex.

O modelo também despertou acadêmicos, empresários e políticos para as possibilidades de isso ser uma forma de alavancar a produção para a “nova indústria do conhecimento”, que seria motor para “modernização” (inovação), e que culminou no que hoje é o Porto Digital, levando as diversas ilhas de conhecimento da cidade para uma única Ilha!

A diferença do passado para hoje é que os papéis se inverteram, Antes as empresas do conhecimento “corriam” atrás das grandes corporações para vender o capital intelectual e as corporações tinha dificuldade para acompanhar as empresas dispersas geograficamente, porque querem as “coisas onde colocam dinheiro” debaixo de suas asas! Agora, as grandes corporações estão se organizando com suas Hubs para atrair as Startups para se apropriar e agregar valor (capital intelectual) aos seu negócios, seguindo os modelos próprio das Startups de se organizarem.

RISCO – OPINIÃO DE UM OBSERVADOR

Me preocupa o risco “subliminar” deste novo modelo. É o o risco de o “poder econômico”, a pressão das corporações por resultados ou pessoas sem habilidade de fazer gestão do modelo metal desta população de “sufocar” a tesão criativa disruptiva dos novos empreendedores! “Pressão” não faz parte do modelo mental deles, não faz parte do Propósito!

Muitos dos conceitos novos, são conceitos antigos, com  roupagem nova, mas as cabeças são outras, o contexto de vida é outro!

Algumas vezes, estes novos conceitos estão sendo implementados por “teóricos” que nunca lideraram (na essência do significado de liderança contemporânea) ou nunca colocaram a mão na massa em projetos, ou são “figurinhas premiadas”, “estrelinha”, “queridinhos”, sem experiência prática, que tem como profissão a propagação de discurso e feitos de outros como seus, os “Criadores de capas de livro feito”, mas são “bem relacionados” com o poder.

São os “cientistas” sem experiências e sem obras acabadas, que na “hora H” podem levar um Unicórnio ao suicídio  ou se tornar um mero Pônei de estimação para ser exibido para a corporação e para o mercado!

Fiquem de olho neste Risco!

REFLEXÕES

  • Será que este modelo adotados pelas corporações, criando suas Hubs, serão capazes de alavancar o desenvolvimento do mercado de conhecimento?
  • Será que se estará segregando as Startups a grupos (Castas) dos que podem ser consumidos dos que não podem ser consumidos e gerando preconceitos?

  • Será que este movimento estará restringindo o mercado das Statups  (reserva de mercado) através do poder econômico?
  • Ou será uma estratégia empresarial para matar no ninho as Startups que um dia poderiam tornar obsoleto o Negócio da Corporação, que levem a elas desaparecer do mercado?

O que você acha?

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Na próxima publicação, abordaremos  o que tem haver os conceitos e modelos de negócios de 30 anos atrás relacionados  aos serviços bancários com os conceitos atuais de transformação digital, Bancos Digital, serviço virtual e nuvem.

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Lendo a matéria publicada no site da Isto é Dinheiro (Uma viagem para o futuro ou para o passado? me lembrei de um curso interno que participei este  ano na UNIBRAD, Leque de Criatividade com Rodrigo Franco. Neste curso, somos levados a identificar um problema e encontrar uma solução criativa, seguindo um roteiro (metodologia) e ferramentas de design thinking.
Na ocasião, o plano de fundo da equipe que formamos, baseado na ferramenta, nos levou a uma Plataforma de Investimento e Crédito, tipo rede social para crédito, que reuniria investidores e tomadores de crédito para realizar o operação de crédito direto entre os participantes da plataforma.

A relação de confiança seria com base na pontuação das indicações entre os participantes, indicados e sua rede de confiança, os investidores emprestariam assumindo o risco ou compartilhando com outros. Os tomadores de crédito teriam como opção  o “leilão” de crédito mais barato. A pontuação dos tomadores “score”  seria feito de forma analogia do que é retratado no episódio do Black Mirror – Queda Livre.

Como era um curso de curta duração, o objetivo de apenas aprender a ferramenta, a ideia 💡 nao entra nos detalhes e não há  continuidade por parte da organização do curso junto às área responsáveis para possíveis aproveitamentos.

A matéria da Isto é Dinheiro, revela que “Há uma semana, o bilionário Carlos Wizard Martins junto do empresário Rodrigo Borges lançaram o Social Bank. Nele, uma pessoa física pode contratar um empréstimo diretamente de outra pessoa física, como muitas vezes, de maneira informal, acontece entre um pai e seu filho ou entre dois amigos.”

Pois é, as ideias surgem do nada e em todas as partes e de  todos os lados.
Não basta ter uma visão, tem que acreditar e ir lá e fazer.

Visão sem ação é ilusão!
IDFM

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Após um breve período de silêncio, por um inexplicável e repentino bloqueio de inspiração para escrever, Estou de Volta ao Jogo!

Desta vez estou escrevendo para o registro no meu histórico pessoal de mais uma “Página Virada”, que anunciei subliminarmente na postagem que fiz em 25.08.17 (

O Tempo Não Para).

Depois de 14 anos de muito trabalho, realizações e aprendizados, deixei o Bradesco para trás da minha história e estou seguindo pra frente, para começar criar um novo final!

Em breve teremos novidades, até lá estou curtindo um período  de “desintoxicação corporativa” para “zerar o ponteiros” e começar com força total!

Mas uma coisa é certa.

BACK TO PLAY.
Valeu Bradesco! 
#fui!

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