@media print { body { margin: 2mm 9mm; } .original-url { display: none; } #article .float.left { float: left !important; } #article .float.right { float: right !important; } #article .float { margin-top: 0 !important; margin-bottom: 0 !important; } } MCTIC quer reduzir impostos para ampliar conexão à internet por satélite no Brasil – Notícia – Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Reproduzo abaixo a notícia divulgada hoje em relação a possibilidade de redução de impostos para serviços de telecomunicações, que nos parece bastante animadoras.

Mas a discursão precisa ser ampliada para todos os tributos, principalmente aquele que mais contribuem para os preços serem tão salgados.

Particularmente,  acredito que a carga de imposto em telecomunicações é muito alta, isso impede a aceleração da modernização da rede atual, os preços sempre estarão desalinhados com a capacidade de pagamento dos consumidores, sem compradores não tem receita, sem receita os fornecedores não tem como realizar investimentos, em consequência sempre ficamos atrasados e correndo atrás do prejuízo.

Entendo também que em determinadas localidades longínqua, desprovidas de tudo, o investimento não se pagará nesta vida, nestas o Estado deve assumir esta responsabilidade para realizar a transformação do país. Seja através de disponibilização de infraestrutura para prover os serviços públicos, educação, justiça, saúde, segurança, etc ou através de isenção de impostos para investimentos nestas localidade, ou como moeda de troca para redução de outros encargos em outra localidades.

Acredito que este o espaço deve ser   ocupado estrategicamente pelo Estado Brasileiro, os grandes players vão dominar e formaram Estados paralelos, dominando além da infraestrutura, as informações, a cultura, etc de grande parte do território  Brasileiro.

Sem mudança de modelo de tarifação, estes grandes players continuarão sugando a riqueza e entupindo a rede com tráfegos sem pagar nada por isso.

Leia alguns Post que fiz sobre este tema: 


“Imagine um dia em que o consumidor vai ter acesso livre, sem custo e ainda sendo remunerado por acesso ou exposição aos anunciantes… Utópico mas não impossível.”  ✍️️http://ift.tt/2bWFNVY

“Este modelo tem que mudar! Ainda haverá a ruptura deste modelo, quando os usuários passarão a ser remunerados pelo volume de informações que coletam!”  ✍️️http://ift.tt/2bY0hSN

Sem duvidas, as redes fixas e móveis não são capazes de atender plenamente a necessidade de expansão da inclusão digital no Brasil em todas as localidades é algo precisa ser feito por uma questão de sobrevivência.

http://ift.tt/2fG6aSG

MCTIC quer reduzir impostos para ampliar conexão à internet por satélite no Brasil

Por Ascom do MCTIC

Publicação: 22/11/2016 | 16:29

Última modificação: 22/11/2016 | 17:31

O diretor de Banda Larga, Artur Coimbra, participou de debate sobre acesso à internet por satélite no Painel Telebrasil.

Crédito: Ascom/MCTIC

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) quer ampliar a conexão à internet via satélite no Brasil. Durante participação no 60º Painel Telebrasil, nesta terça-feira (22), o diretor do Departamento de Banda Larga, Artur Coimbra, revelou que a proposta é criar uma nova categoria na tabela do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) para antenas de satélite. A medida deverá reduzir de forma significativa o valor do equipamento e beneficiar o usuário de internet, principalmente da zona rural e de áreas remotas.

Durante a apresentação, Artur Coimbra destacou que os preços praticados hoje para a conexão à rede via satélite são muito altos. Como exemplo, citou que o gasto do consumidor com uma conexão de 3 Mbps é de R$ 3,5 mil por mês. Nos Estados Unidos e na Europa, o custo de uma conexão com velocidade de 5 Mbps varia de R$ 72,00 a R$ 134,00. “A diferença de preços supera 10 vezes. A gente imagina diminuir essa diferença com um conjunto de medidas institucionais.”

O diretor de Banda Larga disse que a proposta de redução do Fistel sobre as antenas de conexão satelital ainda está sendo elaborada. A previsão é de que seja apresentada pelo governo federal até o segundo semestre de 2017. Em relação à redução da arrecadação do Fistel com a medida, Artur explicou que isso seria compensado pelo crescimento dos acessos via satélite no país e o consequente aumento da arrecadação de outros tributos incidentes sobre o serviço, como ICMS e PIS/Cofins.

Artur Coimbra mostrou que a participação das conexões via satélite no número de acessos à banda larga no Brasil representa apenas 0,03% do total. O acesso à internet pelas redes móveis soma 88,38% e pelas redes fixas, 11,59%. “A gente tem de partir para a conexão satelital. As redes fixas e móveis não são capazes de atender plenamente a necessidade de expansão da inclusão digital no Brasil”, reforçou.

Segundo o diretor de Banda Larga, a estimativa é de que oito satélites de banda Ka, de alta capacidade, estarão operando no Brasil até 2018.

O deputado federal Daniel Vilela (PMDB-GO), que também participou do painel “Os novos desafios ao mercado de satélite”, destacou que a tecnologia satelital é fundamental para um país com dimensões continentais como o Brasil. O parlamentar é autor do Projeto de Lei 3453/ 2015, que moderniza a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e viabiliza investimentos na expansão da banda larga.

“A politica satelital é extremamente importante do ponto de vista tecnológico e está incorporada no PL 3453”, disse Daniel Vilela, lembrando que os objetivos do projeto são colocar a banda larga no centro das políticas públicas do país e estimular os investimentos no setor de telecomunicações.

De acordo com o deputado, a tramitação do projeto na Câmara deverá ser concluída até a próxima semana e depois segue para o Senado.

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